Queres contas de e-mail e redes sociais livres de “bisbilhotice” pelas autoridades Portuguesas? Aqui estão.

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Numa interessante palestra, Pedro Verdelho, coordenador do Gabinete de Cibercrime da Procuradoria-Geral da República, forneceu informações sobre contas que escapam á justiça Portuguesa.

 

Todos sabemos que os nossos e-mails podem ser monitorizados. Isto é, a justiça Portuguesa pode pedir metadados ou cópias de e-mails para investigar crimes.
O mesmo acontece com as redes sociais, vários pedidos por ano ao Facebook são efetuados mediante pedidos judicias e posteriormente respondidos.

Afinal, se queremos ser hackers éticos, pentesters ou outros amigos da atividade da segurança da informação, que e-mails e redes sociais devemos frequentar?

 

A resposta é dada pela própria “justiça”

O ano é 2016. O vídeo, intitulado “Prova em Direito Penal, cibercriminalidade e prova digital”, é uma formação/palestra de Pedro Verdelho, Procurador da República e coordenador do gabinete de cibercriminalidade da Procuradoria-Geral da República.

Ao minuto 31 do vídeo, que pode ser visto aqui, o procurador diz que “espero que não haja jornalistas na sala, porque se não dizem coisas inconvenientes”. Mas, a bem da verdade, logo de seguida diz que as empresas que colaboram com a justiça são o Google, Facebook e Microsoft e quem não colabora com a justiça são as empresas Yahoo e Twitter.

Logo depois disse, “se algum pirata quiser fazer uma coisa feia, o que é que irá utilizar?”. Perguntamos o mesmo.

 

O que é que isso quer dizer na prática?

Significa que o Twitter e o Yahoo, à data do vídeo (2016) não colaborava com a justiça Portuguesa. Tal não implica que não leves a tua segurança a sério e queiras para ti teres sempre uma VPN para te proteger.

Podes encontrar aqui uma lista de VPNs para utilizares no Chrome ou procurar por “VPN” no nosso site que certamente encontras muitas alternativas.

 

Esperemos que esta informação te tenha sido útil.

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